Arquivo para Setembro, 2009

Brasileiros na Holanda

brasileiros na holnda, aqui uma dica de utilidade publica:

Anexos: Eu recebi seu email e achei que deveria publicar aqui para quem esteja afim de fazer um curso de final de verao para começo de outono.

CURSOS DE HOLANDÊS/ INGLÊS E PORTUGUÊS EM ROTTERDAM‏
quarta-feira, 12 de agosto de 2009 15:38:48
Enviada: quarta-feira, 12 de agosto de 2009 15:38:48
De:Heloise Baylao (hbaylao@sambadequintal.nl)

Anexos:

CURSOS DE HOLANDÊS/ INGLÊS E PORTUGUÊS EM ROTTERDAM

A Fundação Samba de Quintal tem suas inscrições abertas para diferentes cursos que irão se iniciar em Setembro. Se você estiver interessado(a), preencha esse formulário de inscrição em anexo e envie para esse e-mail ou para o seguinte endereço antes do dia 15 de setembro.

Schepenstraat 60a – 3039 NK – Rotterdam

 Entre em contato conosco o mais breve possível, pois as vagas são limitadas! 

Veja o link abaixo:

http://www.sambadequintal.nl/movies/cursus092009.wmv

Aguardamos seu contato!

Obrigada por sua atençao.

Heloise Baylão

Fundação Samba de Quintal  

www.sambadequintal.nl

OBS: Caso conheça pessoas que tenham interesse, por favor repasse esse e-mail. 
  
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CURSUS NEDERLANDS/ ENGELS EN PORTUGEES IN ROTTERDAM 
  
 De Stichting Samba de Quintal heeft de inschrijving geopend voor enkele cursussen die in september zullen beginnen.

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Samba de Quintal Foundation
Brazilian Televison in Holland and on Internet.
See www.sambadequintal.nl for details.
 
 
Als je interesse hebt, vul dan het bijgevoegd inschrijfformulier in en stuur het op naar het volgende adres voor 15 september:
 
Schepenstraat 60a – 3039 NK Rotterdam 
 
of stuur het terug per E-mail. 
 
Doe dit zo spoedig mogelijk, want het aantal plaatsen is beperkt! 
 
Heloise BaylãoFundação Samba de Quintal – www.sambadequintal.nl  

 

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Brasileiros no mundo

BB

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Pesquisa

Noticias
Onu Acusa a Italia por violar deireitos
A alta comissária da Organização das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos, Navi Pillay, denunciou ontem a Itália por violação do direito internacional ao “abandonar e rejeitar” imigrantes “sem que seja verificado de modo adequado se eles estão fugindo por perseguição”.

Ela criticou a “política de confronto” e pediu o fim dos “maus-tratos” contra os clandestinos. A crítica é motivada pelas leis restritivas aprovadas nos últimos dois anos no país.

A alta comissária lembrou a morte por inanição, em agosto, de 73 imigrantes eritreus, cujo país vive em guerra civil. Segundo os cinco sobreviventes, a embarcação permaneceu à deriva no Mar Mediterrâneo durante 20 dias, sem ser socorrida pelas guardas costeiras da Itália, Malta e Líbia. “Em muitos casos, as autoridades rejeitam os imigrantes, deixando-os enfrentar dificuldades e perigos, senão a morte, como se tripulassem barcos cheios de rejeitos perigosos”, disse Navi.

Segundo o relatório da ONU, 16 países da União Europeia desrespeitam os direitos dos imigrantes, citando França, Irlanda, Portugal, Espanha e Grã-Bretanha.

A embaixadora italiana na ONU, Laura Mirachian, defendeu o país, alegando que a Itália resgatou 52 mil migrantes no mar em dois anos. “Mas reconhecemos a situação dramática”, disse. Ela também justificou a posição italiana dizendo que a experiência de receber imigrantes é recente e, portanto, o país está se adaptando. Para Laura, a questão central para resolver o problema é criar desenvolvimento nos países de origem.

Empresários estrangeiros na Itália
Empresários estrangeiros na Itália mostram nova face da imigração

Giulia Segreti em Roma (Itália)
O governo de centro-direita da Itália adotou uma postura dura contra a imigração, mas estudos mostram que os trabalhadores estrangeiros estão tendo um papel crescente não apenas como mão-de-obra barata, mas também abrindo suas próprias empresas.

De acordo com um relatório da organização católica Caritas/Migrantes, há quase 4 milhões de estrangeiros morando legalmente na Itália. Até 2050, eles devem representar 18% da população.

Um em cada 10 trabalhadores na Itália nasceu no exterior, e a associação empresarial Unioncamere estima que produzem mais de 9% do produto interno bruto. LEIA A REPORTAGEM TODA fonte uol

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acusado de abuso sexual volta para Itália

Turista acusado de abuso sexual volta para Itália   12/09/2009

O turista italiano, de 48 anos, preso em Fortaleza acusado de abusar sexualmente da filha de 8 anos, voltou para Itália hoje. Ele, a filha e a mulher, uma cearense de 38 anos, viajaram num voo fretado. O italiano, que é casado com a cearense há 12 anos, sempre passa férias em Fortaleza. Ele passou mal no embarque e o voo atrasou em meia hora.

Abalado, ele disse que a filha ainda não entendeu o que aconteceu e que a mulher quer esquecer todo o episódio. Para ele, houve um mal entendido, pois é costume italiano os pais beijarem os filhos na boca. O turista foi preso em flagrante no último dia 1º, quando tomava banho e beijava a filha próximo a uma barraca de praia em Fortaleza. O italiano passou nove dias preso, sendo parte num hospital da cidade após uma crise hipertensiva. Ele foi solto ontem.

 

Por telefone, ele disse que pretende voltar ao Brasil, mas que vai moderar o carinho com a filha. Ele afirmou que não pretende processar o casal de turistas que o denunciou, nem o Estado pela prisão. O turista é construtor na província de Goidonia, a 20 quilômetros de Roma, e pretende voltar as suas atividades profissionais já a partir deste final de semana.

O embarque dele movimentou o aeroporto internacional de Fortaleza. O turista driblou a imprensa e só falou através do celular do advogado quando já estava no sala de embarque. Sua mulher disse que eles pretendem voltar ao Brasil no ano que vem. “Pretendemos voltar sim, porque não?”.

Ao assinar o alvará de soltura, a juíza Cristiane Pinto de Faria determinou que o turista ficasse à disposição da Justiça Brasileira. Ele poderá voltar a ser ouvido no processo através de carta rogatória. O construtor não pode sair da Itália sem comunicar a Justiça do Brasil, não pode mudar de endereço sem prévia autorização da Justiça brasileira e deve comparecer a todos os atos processuais até o data do julgamento.

Caso seja comprovado o estupro, previsto no artigo 217 da Lei 12.015, que entrou em vigor há pouco mais de um mês, o turista italiano poderá pegar de 8 a 15 anos de reclusão. A legislação classifica ato libidinoso com menor de 14 anos como estupro.

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Itália combate a imigração ilegal

Itália combate a imigração ilegal no país 13/09/2009

Exatos 90 anos após Benito Mussolini lançar o Manifesto Fascista, a Itália está novamente diante do racismo. Com o objetivo de combater a imigração clandestina e a criminalidade, a Justiça italiana já está condenando os primeiros estrangeiros pelo recém-criado “crime de imigração”. Por todo o país, exemplos de intolerância alimentam a polêmica sobre o governo de Silvio Berlusconi, mas também sobre a sociedade italiana, cada vez mais acusada de racismo.

A controvérsia sobre o que vem sendo chamado de “deriva fascista” na Itália surgiu há três semanas, quando um bote com cinco imigrantes eritreus foi resgatado na costa da Ilha de Lampedusa, no Mar Mediterrâneo – a principal rota usada por imigrantes ilegais da África para entrar na Europa. Para trás, o grupo havia deixado 73 mortos, vítimas de 20 dias de sede e fome à deriva em águas territoriais europeias. A tragédia transformou-se em debate nacional depois que os imigrantes relataram ter sido avistados por embarcações que lhes negaram socorro durante o trajeto, contrariando uma lei marítima histórica.

A polêmica cresceu depois que a Justiça de Florença condenou o primeiro estrangeiro à luz da nova lei de “imigração clandestina”. Acusado de furtar uma bicicleta, Samer al-Shomaly, um palestino de 28 anos, foi condenado a pagar uma multa de 5 mil, pena sujeita à conversão em expulsão do país.

A condenação teve como base o Pacote de Segurança, aprovado pelo governo de coalizão de Silvio Berlusconi com o partido de extrema direita Liga Norte em 2 de julho. A legislação tornou-se símbolo do rigor da Itália em relação aos estrangeiros em situação irregular (leia quadro). O texto prevê, entre outras punições, a desapropriação de imóveis alugados a imigrantes ilegais e aumenta de 60 dias para 6 meses o tempo de detenção de clandestinos – palavra que virou sinônimo de “criminoso” no país.

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italia – evoca apartheid em cidade no interior da Itália

Ônibus evoca apartheid em cidade no interior da Itália  14/09/2009

A sombra do apartheid, o regime segregacionista que isolou brancos e negros na África do Sul entre 1948 em 1990, paira desde março no sul da Itália. Na cidade de Foggia, a 380 quilômetros de Roma, a prefeitura criou uma linha de ônibus, a 24/1, exclusiva para transportar imigrantes africanos – quase todos negros – até o Centro de Acolhimento de Estrangeiros de Cara, mantido pelo Ministério do Interior. Já os moradores italianos fazem o mesmo trajeto em separado, na linha 24.

A adaptação foi criada pela ATAF, a empresa de transporte público do município e é defendida pelo prefeito Orazio Ciliberti, que justificou a iniciativa ao jornal “La Repubblica” alegando questões de “ordem pública”. Segundo a autoridade, parte dos 154 mil moradores da capital da região de Puglia estaria em atrito com os cerca de 800 imigrantes que residem no centro, situado a 15 quilômetros da cidade. Aos estrangeiros recaem constantes acusações de roubos e crimes. “Não se trata de racismo, mas da possibilidade de criarmos um serviço melhor. Ninguém impede os imigrantes de caminhar dois quilômetros a mais e pegar um outro ônibus até o centro”, disse Ciliberti, político de centro-esquerda.

A prática, contudo, difere do discurso, conforme o jornal O Estado de S. Paulo constatou. No interior dos ônibus para estrangeiros não há brancos. A linha 24/1 – cujo nome original, 24/i, de “imigrantes”, foi substituído após protestos de organizações não-governamentais (ONGs) – faz o mesmo trajeto que a linha 24, entre o centro e o distrito de Borgo Mezzanone. No fim, há apenas uma extensão de dois quilômetros, que liga o distrito ao Centro de Acolhimento de Estrangeiros de Cara, apelidado, por ironia, de “campo”. Nos veículos identificados com o número 24/1, os imigrantes não pagam passagem, enquanto pagariam nos ônibus para brancos. Além disso, ele não faz paradas no caminho, seguindo diretamente para o centro, o que impede moradores locais de utilizar o serviço.

Entre os imigrantes, que dependem do parecer do governo para serem aceitos na Europa, as críticas ao ônibus são raras. Em lugar de protestos, há silêncio ou elogios à amabilidade dos seguranças do centro de acolhimento. O presidente da Associação de Comunidades Estrangeiras (Asci), Habib Ben Sghaier, protesta contra a iniciativa da prefeitura, que criou a linha. “Não é assim que se faz integração. Isso é racismo.”

Discriminação

Os imigrantes mais rejeitados da Itália não são, paradoxalmente, clandestinos. Os ciganos e romenos – a maior parte com passaporte europeu e autorização para viver em qualquer país-membro da União Europeia desde 2007 – são o alvo central da indignação dos italianos, que os associam a assassinatos, tráfico de drogas e prostituição em grandes cidades do país, como Turim e Nápoles. A insatisfação com seus vizinhos do Leste é tamanha que há dois anos uma lei autoriza repatriar cidadãos europeus “por razões de segurança pública”.

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Italia aprova a lei contra imigrantes ilegais

A Itália adoptou definitivamente uma lei controversa contra a imigração, defendida por Sílvio Berlusconi. A imigração clandestina passa a ser um delito.

O Senado, depois da Câmara dos Deputados em Maio, adoptou o projecto, com algumas disposições já em vigor, por 157 votos a favor e 124 contra.

IT

A oposição critica:

“É uma medida para combater a ineficácia das rondas de vigilância durante a noite, não resolve o problema da imigração ilegal e subtrai recursos para a aplicação da lei e de uma justiça paralisada”.

Frederico Bricolo explica bem a posição da Liga do Norte:

“Depois de bloquearmos a chegada dos clandestinos às nossas costas, rejeitando-os, passámos a cuidar das pessoas que vivem no nosso solo, da criminalidade, do tráfico de drogas e da exploração da prostituição…a essas pessoas não queremos cá. “.

Nos termos da lei, os imigrantes ilegais podem ser punidos com multas de entre 5.000 e 10.000 euros.

Além disso, funcionários públicos e empregados “estão obrigados” a apresentar um relatório de imigrantes ilegais.

A detenção dos imigrantes ilegais em centros do Estado italiano pode prolongar-se até seis meses para possibilitar a identificação e expulsão para o país de origem.

Os senhorios de imigrantes em situação ilegal arriscam uma pena de três anos de prisão.

As vigilâncias de bairro contra clandestinos foram legalizadas.

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